Guia Completo da Mentoria, Estrutura, Encontros, Materiais e Cenários
O Clube do Capital é uma mentoria individual, prática e direta para construtores e incorporadores que precisam de capital para seus projetos.
Diferente de qualquer assessoria de captação convencional, a mentoria não promete buscar dinheiro, ela constrói, junto com o construtor, tudo o que precisa existir para que o capital certo queira entrar.
O que fazemos de diferente
Nós não ensinamos teoria sobre captação. Construímos com o construtor, ao longo dos 6 encontros, produzimos juntos a estrutura financeira, a tese de investimento, o cronograma integrado à obra e o mapeamento da rota de capital.
Sem promessa de resultado. Com promessa de estrutura.
Não garantimos que você vai captar. Garantimos que o seu projeto vai estar no nível que o mercado de capitais exige.
A mentoria não termina quando os 6 encontros acabam. Ela tem 3 fases distintas, cada uma com objetivo e entrega específica.
Construímos juntos toda a estrutura do projeto: financeiro, tese, rota de capital e materiais de abordagem. Cada encontro entrega algo concreto.
O projeto passa de "ideia de construtor" para "oportunidade de investimento" com tese, número e argumento.
Usamos nossa rede para acessar o investidor, fundo ou instrumento certo para aquele projeto naquele momento.
Acesso direto, com apresentação qualificada, na porta certa, sem cold outreach.
Após a ida ao mercado: ajustes de estratégia, relacionamento com investidores, atualização do Score de Capital e suporte contínuo até o capital entrar.
Sem manutenção, o investidor esfria. Com manutenção, o construtor permanece na mesa.
Por que 3 fases? A maior parte das mentorias termina quando o construtor "está pronto para captar". O Clube do Capital só termina quando o capital entrou, ou quando o construtor tem clareza total sobre o que ainda precisa acontecer.
Cada encontro tem um objetivo único, uma entrega concreta e conecta diretamente no próximo. O construtor não sai de nenhum encontro de mãos vazias.
Diagnóstico do projeto como o mercado enxerga. Aplicação do Score de Capital e mapeamento de gaps em múltiplas dimensões.
Estrutura financeira completa: DRE projetado, fluxo de caixa mês a mês, uso do capital por fase da obra.
Construção da tese de investimento, transformar organização financeira em argumento de mercado.
Definição da rota de capital, o instrumento certo (CRI, SPE, Nota Comercial, fundos) para o score e o momento.
Due diligence antecipada, corrigir gaps antes de ser questionado pelo investidor. Simulação completa.
Abordagem estratégica: pitch deck final, one-pager, plano de ação 30/60/90 dias e início da Fase 2.
O primeiro encontro cria uma distinção fundamental: como o construtor enxerga o próprio projeto versus como o mercado enxerga esse mesmo projeto.
Nenhum investidor aloca capital em um projeto que não sabe para onde o dinheiro vai. Um projeto sem organização financeira não tem como ser avaliado, não existe base para calcular retorno, risco ou prazo.
A partir deste encontro, o construtor para de dizer "o projeto é bom" e começa a demonstrar, com números, por que ele é bom.
Ao sair deste encontro: o construtor tem um modelo que qualquer investidor sério consegue auditar, e que resiste a perguntas difíceis sobre custo, prazo e margem.
Organização financeira não é tese de investimento. Números bem organizados são necessários, mas não suficientes. O investidor precisa de um argumento.
Por que o argumento importa?
Por que esse projeto, nesse mercado, com esse construtor, nesse momento, é uma alocação de capital que faz sentido? Essa pergunta precisa ter resposta documentada antes de qualquer conversa com investidor.
Com o diagnóstico feito, a estrutura financeira construída e a tese documentada, chegamos ao momento de definir com precisão qual é a fonte de capital adequada para aquele projeto naquele estágio.
Uma abordagem prematura ao instrumento errado fecha portas que demoram meses para reabrir. A rota certa protege o timing e as condições do capital.
Não existe rota universalmente certa, existe a rota certa para o score e o momento. É isso que definimos neste encontro.
Todo investidor sério faz due diligence. É nesse momento que os gaps aparecem, e quando aparecem durante a negociação, o custo é alto: o capital entra em condições piores, ou não entra.
Por que antecipar?
Quando o gap aparece durante a negociação, o investidor usa como argumento para piorar condições. Quando está resolvido antes da conversa, o construtor negocia de igual para igual.
Construtores que passam pelo Método CAPTAR™ chegam à negociação com respostas prontas, não improvisadas. Isso muda o poder de mesa.
Projeto estruturado que não chega ao investidor certo, da forma certa, no momento certo, continua sem capital. O último encontro é sobre execução, mas com estratégia, não com pressa.
O encontro R não é o fim da mentoria. É o início da Fase 2, quando vamos ao mercado juntos.
O construtor sai com um projeto pronto, materiais prontos e uma estratégia de abordagem documentada. Na Fase 2, usamos nossa rede para abrir as portas certas.
Após o Método CAPTAR™, o projeto está estruturado. Mas estrutura sem acesso não capta. Na Fase 2, usamos nossa rede para abrir as portas certas e acompanhamos cada passo da abordagem.
Identificação dos fundos, family offices ou investidores ideais para o perfil e momento do projeto.
Apresentação do projeto usando nosso relacionamento direto, sem lista fria, sem cold outreach.
Estruturação e acesso a CRI quando o projeto tem recebíveis qualificados para monetização.
Acompanhamento das conversas, respostas, ajustes e follow-up com investidores até o fechamento.
Importante: Não garantimos que o capital vai entrar. Garantimos que vamos à melhor porta disponível para aquele projeto, no momento certo, com o material certo. O resultado depende do mercado, do timing e das condições do projeto.
Após a ida ao mercado, o construtor não fica sozinho. A Fase 3 garante que o relacionamento com os investidores continue aquecido e que ajustes sejam feitos até o capital entrar.
| Formato | O que acontece | Quando usar |
|---|---|---|
| Mensal 60 min |
Acompanhamento do progresso das conversas com investidores. Ajuste de estratégia conforme feedback do mercado. Atualização do Score de Capital. Definição de próximos passos. | Enquanto ainda não fechou capital. Indicado como pacote de 3 ou 6 sessões. |
| Sob Demanda Avulso |
Sessão avulsa para resolver um ponto específico: investidor pediu nova modelagem, banco pediu documento adicional, sócio levantou questionamento. | Quando surge uma situação específica que precisa de resposta rápida. |
| Revisão de Score Periódico |
Reaplicação do Score de Capital para medir a evolução do projeto. Identifica o que evoluiu, o que ainda falta e se o projeto chegou em uma nova faixa de capital. | A cada 3 ou 6 meses. Cria ritual de acompanhamento e justifica continuidade. |
Sem manutenção, o construtor some e o investidor esfria. Com manutenção, o construtor permanece posicionado na mesa enquanto o timing se alinha.
Cada construtor chega em um estágio diferente. Aqui estão os 4 cenários possíveis e como conduzir cada um.
Score acima de 80, entra com organização e projeto documentado
Conduta: Método percorrido de forma acelerada. Etapas C e A mais rápidas, foco em P, T e A para chegar mais rápido à Fase de Mercado.
Resultado: ida ao mercado em menos tempo, com projeto mais robusto para capital de maior volume.
Investidor demonstra interesse antes dos 6 passos concluídos
Conduta: encontros restantes mudam de foco, de "preparar para captar" para "estruturar bem a entrada desse capital".
Resultado: capital entra com estrutura, o construtor sabe o que está aceitando e em que condições.
O mais comum, investidor pede prazo, garantia ou aprovação interna
Conduta: sessões de manutenção entram em ação. Acompanhamos, respondemos ao que o mercado pediu, mantemos relacionamento aquecido.
Resultado: capital chega na próxima janela, com o construtor ainda posicionado na mesa.
Por razões de mercado, timing ou maturidade do projeto
Conduta: o construtor sai com clareza total, o que faltou, o que precisa resolver e quando faz sentido voltar. A revisão de Score documenta isso.
O que não acontece: o construtor nunca sai sem saber o porquê.
Cada encontro gera entregas concretas. Alguns materiais são preparados antes, outros são construídos durante e entregues depois.
| Encontro | Materiais e Documentos Entregues |
|---|---|
C Conhecer |
|
A Arquitetar |
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P Posicionar |
|
T Traçar |
|
A Ajustar |
|
R Rumar |
|
Mariana Fontana é estrategista de capital para construtores e incorporadores, especializada em transformar projetos imobiliários com potencial em projetos prontos para receber o capital certo. Fundadora do Clube do Capital™ e criadora do Método CAPTAR™.
Sua trajetória é marcada por um olhar diferente: enquanto a maioria fala em "captar", Mariana trabalha com estruturação para aprovação de capital. Construtores que passam pelo Método CAPTAR™ não correm atrás de dinheiro. Colocam o projeto no nível que faz o dinheiro querer entrar.
Combina rigor técnico financeiro com linguagem acessível ao construtor brasileiro, traduzindo o vocabulário do mercado de capitais para quem opera no chão de obra.
A diferença não é semântica, é de resultado.
"É essa tradução que permite que construtores de médio porte, com projetos relevantes, acessem capital que antes parecia reservado apenas para grandes incorporadoras."
CEO da Monetaire, estruturadora de capital com foco em projetos imobiliários de médio e grande porte. Mais de 15 anos de experiência no mercado financeiro, com trajetória em bancos de investimento, gestoras e estruturação de operações de capital.
Responsável pela ponte entre os projetos estruturados no Clube do Capital™ e o mercado institucional, fundos, family offices, CRI e instrumentos de mercado de capitais.
Luciano traz o que nenhum método isolado consegue: acesso real, com relacionamento construído ao longo de 15+ anos, às mesas onde o capital de fato é alocado.
A Monetaire atua como estruturadora especializada em projetos imobiliários, conectando projetos qualificados a fundos de investimento, family offices e investidores institucionais. Responsável pela execução da Fase 2 do Método CAPTAR™.
Mariana Fontana criou o método. Luciano Schneider abre a rota institucional. Juntos, constroem a ponte entre o projeto e o capital.